sábado, 3 de setembro de 2011

Eddy Shaver - Baptism Of Fire
















Eddy Shaver - Baptism Of Fire - 2001

by Erik Hage from AMG

 
Eddy Shaver, who died of an overdose on December 31, 2000, at the age of 38, was a rare guitar talent. (He was planning to begin recording his first solo album on January 2, 2001.) Under the moniker Shaver, he and his father, outlaw singer/songwriter legend Billy Joe Shaver, cut a series of albums during the '90s that found usually level-headed (even jaded) critics tossing around the word masterpiece. Shaver has also played on records by Guy Clark, Waylon Jennings, and Willie Nelson, and toured with Dwight Yoakam. Mostly, however, he is remembered for his groundbreaking work with his father.


Theirs was not an easily accepted pairing, however; early on, folks found Billy Joe Shaver's bruised hillbilly vocals and modern cowboy poetry to be an odd fit for Eddy's searing rock guitar virtuosity. And the blood alliance would push them between the cracks of country and rock to a position of much critical acclaim but little commercial success - and certainly no peers.

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01. Pleasure and Pain
02. Velvet Chains
03. Lighting a Torch
04. Call Me a Doctor
05. Drown in Love
06. Hair Of the Dog

07; A Prayer in Paradise
08. King Of Fools
09. If It Don't Kill You
10. Good News Blues
11. Baptism of Fire

+@320

4 comentários :

Musicômano disse...

Não conhecia esse. Vou levar. Mas cá pra nós: é impressionante a quantidade de músicos, principalmente, que morrem de overdose. O Keith Richards, numa entrevista recente, disse que sem as drogas não haveria rock and roll. Em seguida ele tentou amenizar, mas não sei se não é verdade. Pelo menos no início, todo mundo se droga um pouco. Depois é que as coisas se confirmam ou não. Alguns param, outros continuam, outros ainda ficam no meio termo. E assim a vida vai... Um abraço.

Only Good Song disse...

A ideia é mais ou menos essa, Duga. Tentar colocar no blog coisas que não são muito fáceis de se achar ou algumas como o de hj, que possa surpreender os mais avisados.

E esse morreu sem poder mostrar tudo que poderia oferecer. Uma lástima, sem dúvida.

Sobre o que disse keith, tem grande percentual de verdade. O problema é que os excessos são ruins em tudo. Até cara-de-pau over (rs) como presenciamos essa semana faz mal (principalmente nos outros). Evidentemente estou a falar sobre a não cassação da Roriz ;)

Essa semana perdi um amigo com cerca de 10 anos menos do que eu, um infarto fulminate. Foi o prêmio dele por fumar 2 carteiras/dia por mais de 30 anos.


[]s

Musicômano disse...

Putz, essa história do cigarro é foda. Eu parei faz mais de 10 anos, mas antes fumei durante 35. Não sei como escapei. É que, quando comecei, não havia nenhum alerta de que o cigarro provocava câncer. Então, raro era alguém não fumar naquele tempo. Ainda bem que as coisas mudaram e o que era regra hoje é exceção. Tenho 3 filhos e nenhum fuma. Um abraço.

Only Good Song disse...

É. Naquele tempo se vendia até cigarrinhos de chocolate,iguais aos dos pais.
Hoje fazem isso com a cerveja. As propagandas são sempre verdadeiras orgias. E aquele que não bebe sempre é o bobinho da turma.
Well, ao menos nunca dei motivo para me chamarem de bobinho.
(rs)
Tenho 2 filhos, mas minha preocupação com eles ainda se resume a mamadeiras e fraldas